Contexto
A pandemia do coronavírus é a maior crise sanitária que o mundo enfrentou em pelo menos 100 anos e os efeitos dela no Brasil ainda são inestimáveis. A visualização dos dados relativos aos mortos infectados se tornou central para a compreensão do status da pandemia.

Os gráficos aqui selecionados são fruto de um trabalho coletivo da equipe de dados do Nexo Jornal: onde eu trabalhei no visualidade dos gráficos junto da Caroline Souza, que me assistiu, e dos cientistas de dados Gabriel Zanlorenssi e Gabriel Maia.
Primeiros meses da pandemia
Os primeiros gráficos mostram a evolução dos casos no mundo, as mudanças de epicentro nos primeiros meses da pandemia e os protocolos de segurança para mitigar o avanço do vírus. Enquanto isso, os gráficos sobre o Brasil relataram os dados do Ministério da Saúde.
A evolução no Brasil
Com a ascensão dos registros de casos e mortes na América do Sul, principalmente no Brasil, a produção dos gráficos se voltou para as particularidades da pandemia no cenário nacional.
O projeto mais emblemático desse momento foi o 'Cálculo de uma tragédia' onde juntamos duas linguagens visuais no momento em que a pandemia atingiu a marca de 100 mil óbitos no país
A visualização de dados, onde cada ponto simboliza uma vida perdida em cinco meses de pandemia e a imagem do trem e de outros meios de se locomover que são figuras poderosas na hora de imaginar quantas pessoas perdemos nesses dias.
Boletim coronavírus
Além de baixar o paywall de materiais sobre o coronavírus, o Nexo Jornal também circulou, por muitos meses, uma newsletter gratuita com informações sobre a pandemia.
Os gráficos diários foram parte central deste boletim, informando os leitores sobre a evolução e o status da pandemia em regiões do mundo e do Brasil.
No final do ano, o 'Boletim Coronavírus' se transformou em outra newsletter a 'Durma com essa' que manteve as visualizações de dados.

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